Chegou mais um ano, ao seu final!
Este já morreu, nada há a fazer por ele, ou mudar o que se passou durante a permanência nas nossas vidas.
Foi um ano de crise económica, de crise de valores, de crise de crença e fé.
Quantas alegrias, quantas frustrações...
Quantos sonhos; uns desfeitos, outros concretizados...
A vida é uma incógnita!
Será mesmo?
A influência das nossas crenças, da nossa educação, do efeito das religiões, das regras da sociedade, castraram o Poder de decidir, de sermos nós mesmos, se sermos os únicos co-criadores da nossa vida. De acreditar que podemos, que temos capacidade para mudar, para criar, para voltar a semear, para sermos o orgulho da nossa essência, e de gritar bem alto, eu Posso, Eu estou a Fazer, Eu vou ser Vencedor.
No entanto, quando esta energia circula nas nossas veias, somos capazes de projectar, de sonhar, de sentir uma força interior que nos impulsiona.
Então porque não consegue a maior parte das pessoas alcançar os seus objectivos? o que rouba essa força? o que mata a esperança?
O acreditar que você pode!
O acreditar que você foi talhado para vencer!
O acreditar nas suas capacidades!
O acreditar em si mesmo.
Obstáculos, barreiras, muros, imprevistos... vamos sempre encontrar na nossa jornada. É inevitável que tudo aconteça, mas tem um significado. Testar a sua capacidade de acreditar em si.
Pense no passado e analise quantas dificuldade já ultrapassou!
Ainda não conhecia este mundo, e já lutava para começar a caminhar.
O que aconteceu? Conseguiu.
Hoje até corre. Era impensável pensar que chegava a esse estádio. Mas, conseguiu.
Com tenra idade, colocaram-no numa carteira escolar, e colocaram um lápis na mão para que escrevesse!
O que aconteceu? Conseguiu.
Quantas outras vitórias conseguiu no seu trajecto? Pense que foi um grande vencedor.
A final o que nos impede de continuar a Vencer?
A nossa crença, confiança em nós mesmos, a nossa força e determinação num objectivo.
Daqui apouco "chega" o ano de 2010.
Quantos planos, quantos sonhos, quantas metas!
-É este ano que vai ser.
-Este ano sim, vou acabar com todos os paradigmas!
-Este ano sim, não vou desistir de nada!
Quantos falam assim à anos, e, estão no mesmo ponto de partida.
Onde está o Segredo do Sucesso?
Está dentro de si.
Faça o que tem que fazer, mas faça-o Hoje. O amanhã não existe. Ele é a sequência do que fez Hoje. Por isso muitos adiam, adiam, adiam... amanhá eu faço... amanhã é que vai ser...
Faça-o Hoje!
E acredite em si.
A vida é um Presente, o presente, é o Agora.
Pense nisso e terá um 2010 com muitas alegrias diárias.
Votos de muito sucesso!
Um espaço de historias.. vivências... testemunhos... Que ajuda a aumentar a auto-estima, auto-confiança,superação e motivação para a vida. Sejam bem vindos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
DAR ou PARTILHAR na quadra festiva!
Encontramos-nos numa época de troca de presentes!
Para uns é um período de tempo melancólico.
Para outros de festa e alegria.
Ou por falta de motivação na quadra, ou por falta de amigos, de familiares, os primeiros passam a data sem qualquer interesse. Ou talvez com alguma dor oculta, porque perderam tudo; família, amigos, casa, carro, dinheiro, dignidade, respeito, etc.
E então, a maioria das pessoas esquece estes.
Estes, a que mais tarde, colocam-lhes o rótulo de mendigos. E para não os assistirem, e desculparem-se das suas responsabilidades de cidadãos, dão outro “rótulo” – vagabundos.
Assim, estão livre de exercerem a partilha.
É esta a sociedade que temos hoje…
Sem referências, sem o sentimento digno de partilha, não de ajuda, porque esse sentimento, eleva-os a pessoas importantes, que ao darem o que lhes sobra e para nada serve,buscam em troca o reconhecimento.
A partilha é um gesto nobre, honroso digno de poucos, infelizmente.
Porque estes partilham do que tem e não do que sobra. Estes abaixam-se, e estendem a mão, olham nos olhos com quem partilham. Sem a altivez ou na espera de um “muito obrigado”. Mas na consolação pessoal que sentem ao partilhar. É esse sentimento nobre, que esperam sentir dentro deles próprios. Não esperam o obrigado, mas sim, sentir que partilharam.
Infelizmente, outros há, que tocam as campainhas, buscam os holofotes e esperam pelas horas nobres, para aparecerem a dar. Estão famintos do obrigado e das vénias do reconhecimento público ou privado.
Infelizmente, também há outros, que longe destes meios, também humilham o “desprezado”com um presente, que é um veículo para receberem um muito obrigado. Será que conseguimos dar, sem esperar uma troca de presente, ou mesmo sem receber o ouvir de um obrigado?
Será que conseguimos partilhar, sem nada querer receber ou ouvir?
Será que somos nobres ao ponto de escondermos a nossa mão direita, para que a esquerda não se vanglorie?
Afinal para que serve esta quadra festiva?
Para partilhar, ou humilhar cada vez mais o já desesperado e rotulado nosso irmão!
Pense se porventura a desgraça bater à sua porta. Perdeu tudo. O que vai dar ou partilhar agora com os outros? A sociedade vai exclui-lo do mapa. Passou para o outro lado da barricada; dos pobres, dos vagabundos, dos desprezados.
Agora você deixou de prestar.
Já ninguém quer saber de si.
Você já não pode trocar presentes. Você é um número. Sem futuro… sem horizontes… sem amigos… sem familia...
Dar é humilhante. Porque se espera por um obrigado, ou por uma troca de presentes.
Partilhar é nobre… faz-se sem retorno… sem nada esperar, nem mesmo um obrigado. Partilhar e ofertar o que de melhor nós temos pode ser útil ao nosso próximo.
Pensem nisso!
Para uns é um período de tempo melancólico.
Para outros de festa e alegria.
Ou por falta de motivação na quadra, ou por falta de amigos, de familiares, os primeiros passam a data sem qualquer interesse. Ou talvez com alguma dor oculta, porque perderam tudo; família, amigos, casa, carro, dinheiro, dignidade, respeito, etc.
E então, a maioria das pessoas esquece estes.
Estes, a que mais tarde, colocam-lhes o rótulo de mendigos. E para não os assistirem, e desculparem-se das suas responsabilidades de cidadãos, dão outro “rótulo” – vagabundos.
Assim, estão livre de exercerem a partilha.
É esta a sociedade que temos hoje…
Sem referências, sem o sentimento digno de partilha, não de ajuda, porque esse sentimento, eleva-os a pessoas importantes, que ao darem o que lhes sobra e para nada serve,buscam em troca o reconhecimento.
A partilha é um gesto nobre, honroso digno de poucos, infelizmente.
Porque estes partilham do que tem e não do que sobra. Estes abaixam-se, e estendem a mão, olham nos olhos com quem partilham. Sem a altivez ou na espera de um “muito obrigado”. Mas na consolação pessoal que sentem ao partilhar. É esse sentimento nobre, que esperam sentir dentro deles próprios. Não esperam o obrigado, mas sim, sentir que partilharam.
Infelizmente, outros há, que tocam as campainhas, buscam os holofotes e esperam pelas horas nobres, para aparecerem a dar. Estão famintos do obrigado e das vénias do reconhecimento público ou privado.
Infelizmente, também há outros, que longe destes meios, também humilham o “desprezado”com um presente, que é um veículo para receberem um muito obrigado. Será que conseguimos dar, sem esperar uma troca de presente, ou mesmo sem receber o ouvir de um obrigado?
Será que conseguimos partilhar, sem nada querer receber ou ouvir?
Será que somos nobres ao ponto de escondermos a nossa mão direita, para que a esquerda não se vanglorie?
Afinal para que serve esta quadra festiva?
Para partilhar, ou humilhar cada vez mais o já desesperado e rotulado nosso irmão!
Pense se porventura a desgraça bater à sua porta. Perdeu tudo. O que vai dar ou partilhar agora com os outros? A sociedade vai exclui-lo do mapa. Passou para o outro lado da barricada; dos pobres, dos vagabundos, dos desprezados.
Agora você deixou de prestar.
Já ninguém quer saber de si.
Você já não pode trocar presentes. Você é um número. Sem futuro… sem horizontes… sem amigos… sem familia...
Dar é humilhante. Porque se espera por um obrigado, ou por uma troca de presentes.
Partilhar é nobre… faz-se sem retorno… sem nada esperar, nem mesmo um obrigado. Partilhar e ofertar o que de melhor nós temos pode ser útil ao nosso próximo.
Pensem nisso!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A vida e a nota de euros
Num dia cinzento, friorento, sem alma viva na rua, passeava eu, pela calçada, sem destino.
Procura espairecer um pouco e respirar o orvalho da noite, perdido nos meus pensamento.
Caminhava dando chutos em pequenas pedras, papéis e latas de refrigerantes.
Até que um papel chamou a minha atenção. Não perguntem porquê, mas é daquelas coisas que se intuí e se pára sem razão aparente.
Abaixei-me, peguei no papel amachucado, com lama seca e marcas de pneu.
Desembrulhei calmamente o papel, com cuidado, soprando para que a lama voasse e facilitasse a “descoberta”.
Uauuuu… uma nota de vinte euros! Espectáculo. Ganhei vinte euros. Valeu a pena, sair para a rua e espairecer o espírito e respirar ar puro.
Mas, comecei a pensar na nota.
Amachucada? Atirada para o chão. Esteve por certo sob o efeito de chuva, ou das águas das lavagens dos passeios… não sei, mas que estava “abandonada” estava. Que foi rejeitada, foi. Estava toda amachucada. Atropelada, também.
Enfim, por quanto passou aquela nota de vinte euros!?
Retirei uma lição.
A vida.
Como é a nossa vida? Já quantos passamos pelos mesmos testes da nota.
Sim.
Amachucados pelas agruras da vida.
Amarrotados na nossa esperança, na nossa vontade de vencer, de perseguir os nossos sonhos.
Atirados fora, quando as máquinas entraram nas fábricas, quando os resultados dos nosso esforço, começaram a cair pela fraqueza da saúde e da idade.
Molhados em lágrimas, pelas relações familiares, o filho, a filha, o marido a esposa, o pai, a mãe… ou outro familiar que não entendem a nosso forma de pensar, que não aceitam a nossa forma de viver de ver o nosso mundo.
Pisados pelo desprezo, pela inveja, pela fatalidade.
Calcados até á lama. Faltava a destruição fatal, para que o caminho da sepultura fosse o nosso último destino.
Sem esperança de vida.
No entanto, “alguém” passa e intui a nosso respeito e pára, olha, escuta e valoriza-nos. Transmite-nos força, coragem, recupera-nos.
Ajuda-nos.
Sopra no nosso pó. Suja a sua mão, começando a “desmachucar-nos”, cuidadosamente, vai abrindo o “nosso papel” como se fossemos a nota de vinte. Limpa-nos, estica-nos e alegra-se com o que vê! Uma nota de vinte euros.
Como a nota não perdeu o seu valor, mesmo amarrotada, também nós.
Passemos pelo que tivermos que passar. O nosso valor é muito grande. Mesmos amarrotados, desprezados, chutados e encharcados, somos o mesmo Ser com o mesmo valor desde o dia do nosso nascimento.
Não importa as agruras da vida, as tempestades, os desprezos, a infelicidade, os desaires, o despedimento.
O nosso valor está “lá” bem no fundo, na nossa essência. Continuamos com o nosso valor. Acreditemos que temos um valor inestimável. Não somos qualquer “coisa”. Somos muito importantes. E você que está a ler esta parábola, acredite, você pode, você é um vencedor, você nasceu para brilhar.
Há um provérbio que diz:
“ Os vencedores nunca desistem. Os desistentes nunca vencem”
Acredite que você é capaz.
Um abraço amigo
(Apanhador de papéis)
Procura espairecer um pouco e respirar o orvalho da noite, perdido nos meus pensamento.
Caminhava dando chutos em pequenas pedras, papéis e latas de refrigerantes.
Até que um papel chamou a minha atenção. Não perguntem porquê, mas é daquelas coisas que se intuí e se pára sem razão aparente.
Abaixei-me, peguei no papel amachucado, com lama seca e marcas de pneu.
Desembrulhei calmamente o papel, com cuidado, soprando para que a lama voasse e facilitasse a “descoberta”.
Uauuuu… uma nota de vinte euros! Espectáculo. Ganhei vinte euros. Valeu a pena, sair para a rua e espairecer o espírito e respirar ar puro.
Mas, comecei a pensar na nota.
Amachucada? Atirada para o chão. Esteve por certo sob o efeito de chuva, ou das águas das lavagens dos passeios… não sei, mas que estava “abandonada” estava. Que foi rejeitada, foi. Estava toda amachucada. Atropelada, também.
Enfim, por quanto passou aquela nota de vinte euros!?
Retirei uma lição.
A vida.
Como é a nossa vida? Já quantos passamos pelos mesmos testes da nota.
Sim.
Amachucados pelas agruras da vida.
Amarrotados na nossa esperança, na nossa vontade de vencer, de perseguir os nossos sonhos.
Atirados fora, quando as máquinas entraram nas fábricas, quando os resultados dos nosso esforço, começaram a cair pela fraqueza da saúde e da idade.
Molhados em lágrimas, pelas relações familiares, o filho, a filha, o marido a esposa, o pai, a mãe… ou outro familiar que não entendem a nosso forma de pensar, que não aceitam a nossa forma de viver de ver o nosso mundo.
Pisados pelo desprezo, pela inveja, pela fatalidade.
Calcados até á lama. Faltava a destruição fatal, para que o caminho da sepultura fosse o nosso último destino.
Sem esperança de vida.
No entanto, “alguém” passa e intui a nosso respeito e pára, olha, escuta e valoriza-nos. Transmite-nos força, coragem, recupera-nos.
Ajuda-nos.
Sopra no nosso pó. Suja a sua mão, começando a “desmachucar-nos”, cuidadosamente, vai abrindo o “nosso papel” como se fossemos a nota de vinte. Limpa-nos, estica-nos e alegra-se com o que vê! Uma nota de vinte euros.
Como a nota não perdeu o seu valor, mesmo amarrotada, também nós.
Passemos pelo que tivermos que passar. O nosso valor é muito grande. Mesmos amarrotados, desprezados, chutados e encharcados, somos o mesmo Ser com o mesmo valor desde o dia do nosso nascimento.
Não importa as agruras da vida, as tempestades, os desprezos, a infelicidade, os desaires, o despedimento.
O nosso valor está “lá” bem no fundo, na nossa essência. Continuamos com o nosso valor. Acreditemos que temos um valor inestimável. Não somos qualquer “coisa”. Somos muito importantes. E você que está a ler esta parábola, acredite, você pode, você é um vencedor, você nasceu para brilhar.
Há um provérbio que diz:
“ Os vencedores nunca desistem. Os desistentes nunca vencem”
Acredite que você é capaz.
Um abraço amigo
(Apanhador de papéis)
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