sábado, 25 de dezembro de 2010

Apenas Hoje



Apenas Hoje
Há uma orientação comum a todos os princípios que é a expressão "viver o Agora". Eckhart Tolle, tem um livro fantástico, que recomendo "O Poder do Agora"
Qualquer ensinamento espiritual indica que o ser humano só será verdadeiramente feliz se viver apenas no "Agora". No presente, no Hoje.
Efectivamente, só nos é possível influenciar o rumo da nossa vida no "Aqui e Agora". É neste momento que tudo podemos fazer. O passado, já não o podemos alterar. No entanto gastamos muitas das nossas energia a reviver o passado, sobretudo os momentos menos bons e deleitamo-nos nesses momentos de memórias desconfortáveis onde gastamos muitas horas do nosso Presente.
Todos os momentos negativos bloqueiam e enfraquecem o nosso sistema imunitário.
De outra forma "viajamos" até ao futuro e projectamo-nos em cenários que não serão certamente como o idealizamos,passando muito do tempo Presente a sonhar. Desta vamos atrair desilusão, frustração e decepções.
E o mais grave, é que preenchemos o nosso Agora, o nosso Presente com memórias do passado e com projecções futuras.
Que nos resta para o momento Presente? em que momentos atribuímos Acção?
Viver o Agora, com projectos, com Planos de Acção e entrar em acção é o corolário do da nossa Felicidade. Projectos com acção, leva-nos aos Resultados.
Se assim, não procedermos,a vida passa-nos ao lado e corremos o risco de adormecermos no presente...sonhando com o futuro..

É bem pensar como utilizamos o nosso Agora, pois são as acções que efectuarmos no Presente que determinarão o nosso Futuro.

Pense nisso!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Os Infelizes

Somos uns “infelizes”, porque queremos usar marcas importadas XPTO para sermos admirados… reconhecidos…elevar o Ego…
Somos uns “infelizes”, porque só valorizamos as marcas internacionais… porque eles fazem melhor do que nós portuguesinhos…
Somos uns “infelizes”, porque só sabemos falar das férias no estrangeiro… dá estatuto… saímos da vulgaridade do portuguesinho que goza férias cá dentro…
Somos uns “infelizes”, porque tudo o que o que se faz no estrangeiro é que é bom…
Somos uns “infelizes”, porque contratamos serviços a empresas estrangeiras, porque tem nome internacional…
Esquecemo-nos de que:
Ao comprar marcas XPTO, para dar nas vistas. Os nossos industriais não produzem. Se não produzem, não empregam, se não empregam não tens trabalho… dinheiro…qualidade de vida.
Ao contratarmos serviços a empresas estrangeiras, com representação em Portugal, no caso presente das Auditorias e Consultadorias, esquecemo-nos de que os funcionários são portugueses e são esses crânios que fazem a informação. Mas, se esses crânios abrirem um escritório próprio, já não tem valor…
Ao adquirirmos produtos agrícolas ao estrangeiro, esquecemos que os nossos agricultores não escoam os seus produtos. Logo, deixam de produzir. Logo mais desemprego… menos postos de trabalho… menos dinheiro… mais pobreza…
Ao viajarmos para o estrangeiro, à procura de praias, montanhas, planícies, esquecemo-nos do excelente país que temos que nos oferece todas essas condições…
Investimos o nosso salário nos produtos internacionais, nas empresas internacionais, estamos a colocar o nosso dinheiro nos bolsos dos outros.
Depois, queixamo-nos de que não há investimento em Portugal, não há indústrias, não há agricultura, não há comércio, não há turismos e serviços…
Se investirmos no nosso País, ajudamos a desenvolver, criar novos postos de trabalho, a dar novas oportunidades aos investidores, aos criativos, aos empreendedores…
Somos uns infelizes, porque queremos.
É mais fácil atribuir a culpa sempre ao Estado, ao Governo, ao Patrão, à Sociedade… Afinal não somos nós o Estado? Não somos nós a Sociedade. Não somos nós que compramos, usamos e desfrutamos das marcas XPTO em desprezo das nossas marcas? Afinal, nós mesmos não acreditamos no que produzimos, fabricamos e nos serviços que prestamos. Porque fazemos igual, e em muitos casos, muito melhor. Mas preferimos produtos estrangeiros.
A final quem somos? Qual o nosso verdadeiro valor? Qual a nossa consciência da Portugalidade?
Se não temos trabalho, empresas, agricultura, turismo e serviço …
Se não temos dinheiro, qualidade de vida, segurança…
É porque depositamos o nosso salário no estrangeiro. Logo estamos a contribuir para o bem dos outros em prejuízo do nosso bem.
Acredite em Portugal
Acredito nos Portugueses
Acredite no seu próprio trabalho, valorize o que se cá produz. E entre o que se cá produz, está o resultado do seu trabalho. Se você não acredita nele, como quer que os outros acreditem e valorizem o seu desempenho? Como quer ver o seu salário aumentar, se não acredita no que você faz? No que os outros fazem? No que produzimos, fabricamos e nos serviços que prestamos?
TODOS TEMOS A RESPONSABILIDADE DE MELHORAR O NOSSO PORTUGAL…
TODOS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE CONTRIBUIR PARA A ELEVAÇÃO DO NOSSO PORTUGAL…
TODOS PODEMOS CONTRIBUIR PARA A VALORIZAÇÃO DO QUE FAZEMOS…
PENSE NISSO!!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Raiva descontrolada

Aos meus amigos...

Conto-vos uma história, com uma profundidade de sabedoria ancestral.

Era uma vez um jovem que tinha um temperamento muito explosivo.

Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira.

O pai disse-lhe que martelasse um prego na tábua sempre que perdesse a paciência com alguém
No primeiro dia o jovem pregou 37 pregos na tábua.

Já nos dias seguintes, enquanto ia aprendendo a controlar sua raiva, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradualmente.
Ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos pregos na placa de madeira...

Finalmente chegou um dia em que o jovem não perdeu a paciência em hora alguma
Falou com seu pai sobre seu sucesso e como estava sentindo-se melhor, em não explodir com os outros e o pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a trouxesse.

O jovem trouxe a placa de madeira, já sem os pregos, e a entregou a seu pai.
Ele disse:

"Você está de parabéns, meu filho, mas veja os buracos que os pregos deixaram na tábua... a tábua nunca mais será como antes".
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixam marcas como essas.

Você pode enfiar uma faca em alguém e depois retira-la.
Não importa quantas vezes você pede desculpas, a cicatriz continuará lá.

Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão física.
“Amigos são como jóias raras.

Eles te fazem sorrir e te encorajam para alcançar o sucesso.

Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus momentos de alegria...
e sempre querem ter seus corações abertos para si."

Antes de despejar a sua raiva ou frustração no próximo, lembre-se que você também é o próximo do outro…
Vale a pena pensar!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um dia destes, enquanto a passagem de nível estava fechado ao trânsito automóvel, para passar o comboio, eu meditava e comparava a vida a uma viagem de comboio.
Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.
Interessante!
A nossa vida é como uma viagem de comboio, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse comboio, encontramos duas pessoas que, acreditamos que fariam connosco a viagem até o fim:
Nossos pais.
Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixaram-nos órfãos de seu carinho, da sua protecção, do seu amor e do seu afecto.
Mas isso não impediu que, continuássemos a viagem. Embarcaram pessoas interessantes que são especiais para nós:
Nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse comboio como passeio.
Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no comboio, há também, outras pessoas que passam de carruagem em carruagem, prontas para ajudar quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas.
Outros tantos viajam no comboio de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém se apercebe da sua existência.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão especiais, acomodam-se em carruagens diferentes da nossa.
Isso obriga-nos a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos o nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil, é aceitar que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa está a ocupar esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse comboio jamais voltará à estação de embarque.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que ele tem melhor, recordando sempre que, em algum momento do trajecto poderá fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender esse seu acto.

Nós mesmos já fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entendeu.
O grande mistério é que não sabemos em qual estação desceremos.
E fico pensando:
Quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar minha filha viajando sozinha será muito triste.
Separar-me dos amigos que me inspirarem, que estenderam a sua mão quando a minha estava tremula, será para mim doloroso.
Mas agarro-me à esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o comboio diminui a sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas.
Minha expectativa aumenta, à medida que o comboio vai diminuindo sua velocidade...
Quem entrará? Quem sairá?
Eu gostaria que você pensasse no desembarque e no embarque, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo FIM.

Isso é sinal de garra e de luta, de persistência e determinação, é saber viver, é tirar o melhor de "todos os passageiros".
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não se encontrem lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.
Pensem nisso!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Mudar a sua realidade é possivel

Quando você muda seu modo de penser,

Muda as suas crenças.

Quanfo você muda as suas crenças,

Mudam as suas expectativas.

Quando você mudas as suas expectativas,

Muda a sua atitude.

Quando você muda a sua atitude,

Muda o seu comportamento.

Quando você muda o seu comportamente,

Muda o seu desempenho.

Quando você muda o seu desempenho,

Muda a sua vida!

Mude o seu modo de pensar e a sua vida mudará para melhor!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

As Diferenças

Um dia, entrou-me na minha caixa de correio electrónico, um vídeo, de um Coral de Surdos, que com Glee Club, cantavam, o IMAGINE de John Lennon. Agradeço à pessoa que mo enviou, por partilhar um momento de reflexão, e que me impulsionou a escrever algo para que todos possamos reflectir.

Cantavam dizia eu, e repito, cantavam.
Surdos a cantar? porque não.
As diferenças estão na nossa forma de ver o mundo. O slong de "Todos diferentes, Todos iguais" ilustra as potencialidades de cada um de nós.
Ninguém fica indiferente ao ver e ouvir o vídeo. A empatia criada pelo grupo coral de surdos, manifestou-se na plateia. Eliminaram-se as diferenças e todos partilharam o que de excelente tem o ser humano.
Afinal somos todos iguais. Cada um no seu patamar, cada um na sua fase de crescimento, cada um no seu período de desenvolvimento.
Mas todos somos iguais.

Afinal o que nos une e o que nos separa?
Desculpem a frontalidade; preconceitos, ego, status, posses, títulos, etc.. mas bem lá no fundo. Somos todos iguais.
Se somos todos iguais, então porque andamos de costas voltadas, porque fechamo-nos ao mundo que nos espera dar e que de nós quer receber.
Dar o que de melhor nós temos é um dom divino.
Afinal o que temos? casa, carro, dinheiro, bens, emprego, família?
Tudo isso passa, mais cedo ou mais tarde acaba... a ferrugem, a depreciação pelo tempo, a destruição...todo leva o vento, a água e o fogo. O que fica?
Você, e o que tem dentro de SI.
É essa força interior, é essa bondade, é esse acreditar, é esse poder de criar, recriar, inventar e fazer.

Seja ÚNICO.
Seja você... branco, preto, amarelo...
Seja você... alto, baixo, gordo, elegante...
Seja você... analfabeto ou mestre..

Você é único!
Pense nisso