Um espaço de historias.. vivências... testemunhos... Que ajuda a aumentar a auto-estima, auto-confiança,superação e motivação para a vida. Sejam bem vindos.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
O Sapato e o Pé!
Uma analogia, ao dia a dia das potênciais relações pessoais entre dois potenciais amores.
O sapato e o pé de quem o deseja!
Olha-se para o sapato, lindo, lindo... As cores, o modelo, a qualidade da pele, o desenho...
Os olhos ficam fascinados com os sapatos.
Condizem com o guarda-roupa.
E combinam com os pés que irão calçar.
Tudo parece perfeito.
Na hora de experimentar, retira-se da caixa, e chega o momento do pé sentir o seu aconchego e afeiçoar-se ao seu formato.
É o número ideal... O número superior fica desajustado, no número inferior, o pé não entra.
Ali á nossa frente, colocamos o pé dentro do lindo sapato.
Experimentamos!
Dá-mos um passo, rodamos o pé, olhamos ao espelho. E naqueles curtos metros, preparamos o coração para o aceitar... É lindo!
Mas...Falta calçar o segundo sapato. Para ficar com o par.
Porque não há assimetria, entre os pés. A entrada deste torna-se mais difícil. Socorremo-nos de uma calçadeira para que o pé entre. Dá-mos uns passos com ambos calçados, e o segundo sapato, parece mais apertado, o pé não se sente tão à vontade como o primeiro, e a cada passo, magoa o pé.
E agora?
Levamos o par de sapatos, que é lindíssimo, de que gostamos imenso, que condiz com o guarda-roupa?
Mas um sapato magoa o pé, e precisamos dos dois pés para caminhar.
O que fazer ?
Desformar o sapato, ou sacrificar o pé?
Se o fizermos, deixa de ser o par de sapatos lindíssimos e passa a ser um sapato lindo e outro desformado.
Se sacrificarmos o pé. Caminharemos com dificuldade e no final da caminhada, provocamos bolhas, calos e dor. E mais tarde, deixaremos de vez o par de sapatos no armário.
Há início de relações pessoais assim.
Lindas… Ideais… Parece a combinação perfeita…
Mas na consciência e não na ilusão, apercebemo-nos que não é o par ideal.
Nada merece que estraguemos o par de sapatos, ou que provoquemos dor e mágoa no pé.
Aceitar a dificuldade e compreender que o melhor é deixar o par de sapatos para os pés ideais e que sirvam ambos, sem dor nem mágoa.
Nesta circunstância, o par de sapatos conservará a sua beleza, e os pés sentirão o seu conforto.
Na vida e nas relações, há lições simples de aprender.
Afinal a culpa não é do par de sapatos, ou dos pés.
Como diz o povo - "Não foram feitos um para o outro”
Mas há sempre um par de sapatos lindos para os pés adequados!
Pensem nisso!
domingo, 11 de março de 2012
" Estava a tentar ajudar"
"Estava a tentar ajudar"
No momento presente de grandes dificuldades, usa-se muitas vezes esta frase.
Bem intencionda... muito aproposito... uma forma de querer ser util.
Mas tentar ajudar é ajudar?
Tentar ajudar, com que finalidade?
Quando alguém tenta ajudar, manifesta a sua vontade em "dar" o que lhe vai no pensamento, e que presume ser essa a necessidade do destinatário.
Mas será mesmo essa a necessidade?
Como saber o que faz falta, ao destinatário da nossa ajuda?
Sabe-se, quando em conversa, ouvimos.
Mas ouvimos de verdade, o que nos está a ser transmitido, e não "ouvimos" o que esperavamos ouvir ou queriamos ouvir.
Estar atento ao que ouvimos, ouvir de verdade, sem analisarmos o que ouvimos, mas sentindo a mensagem, ajuda-nos a identificar qual a verdadeira necessidade do destinatário.
Escutar não é ouvir, e vice-versa.
Escutar é estar atento ao grito da alma. É conhecer, identificar e valorizar a verdadeira necessidade.
Quando assim é...
Estamos a ajudar
No momento presente de grandes dificuldades, usa-se muitas vezes esta frase.
Bem intencionda... muito aproposito... uma forma de querer ser util.
Mas tentar ajudar é ajudar?
Tentar ajudar, com que finalidade?
Quando alguém tenta ajudar, manifesta a sua vontade em "dar" o que lhe vai no pensamento, e que presume ser essa a necessidade do destinatário.
Mas será mesmo essa a necessidade?
Como saber o que faz falta, ao destinatário da nossa ajuda?
Sabe-se, quando em conversa, ouvimos.
Mas ouvimos de verdade, o que nos está a ser transmitido, e não "ouvimos" o que esperavamos ouvir ou queriamos ouvir.
Estar atento ao que ouvimos, ouvir de verdade, sem analisarmos o que ouvimos, mas sentindo a mensagem, ajuda-nos a identificar qual a verdadeira necessidade do destinatário.
Escutar não é ouvir, e vice-versa.
Escutar é estar atento ao grito da alma. É conhecer, identificar e valorizar a verdadeira necessidade.
Quando assim é...
Estamos a ajudar
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